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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Quando procurar o atendimento psicológico para gestantes ou atendimentos para mães e seus bebê?

Pouco se fala sobre os atendimentos psicológicos de mães e seus bebês. Mas eles exitem e podem ajudar muito neste momento em que a maternidade está sendo construida.

A gestação, a chegada de um membro novo em uma família muda todo o seu contexto. O bebê chega e mexe afetivamente com todos os que o recebem.

Às vezes as coisas são mais tranquilas, tudo corre como o planejado, mas também podem acontecer algumas dificuldades nesta etapa tão delicada na vida do recém chegado e de seus familiares.

No momento da gestação e do pós parto a mulher irá experimentar um estado psíquico único, muito diferente do seu estado habitual. A adaptação da família ao novo bebê pode gerar mudanças no equilíbrio habitual da mulher ou do casal.

A mulher pode não se sentir tão feliz, como pensa que deveria se sentir, podendo até atingir um estado de depressão durante a gestação ou nos primeiros meses de vida da criança.

Alguns problemas ao longo do caminho como detecção de problemas fetais, perdas gestacionais, dificuldades no processo de adoção e dificuldades com o bebê interferem na maneira como o papel da maternidade será desempenhado e por consequência em sofrimento para a mãe e para o bebê.

Neste contexto um profissional especializado poderá dar suporte a rede familiar e ajudar para que esta etapa da vida possa ser vivida de forma mais tranquila, amenizando o sofrimento da mãe e do pequeno que acaba de chagar.

Normalmente o tratamento consiste em poucos atendimento em que se busca identificar a origem do sofrimento, com o objetivo de tornar o processo da maternidade mais traquilo e harmonioso.

É importante ressaltar que a mulher pode e deve procurar ajuda especializada quando sente que algo não vai bem.  Mãe e bebê devem ser acolhidos com o carinho e cuidado tão necessários neste momento da vida. 


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Filme O Estranho em mim

Recomendo o Filme "O estranho em mim". Filme permite pensar questões mais profundas sobre a maternidade, chegada de um bebê, depressão pós-parto  e condição de solidão a que são submetidas muitas mães da contemporaneidade. Vale a pena...


segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Mamães namorem!


Recebi este e-mail de uma amiga angustiada...Ela mãe de três filhos, ficou chocada com os conselhos acima tão lindamente narrados por Fernanda Montenegro...Logo que comecei a ver o vídeo entendi. São conselhos simplesmente impossíveis de serem cumpridos. Imagino que este vídeo deva incomodar à muitas outras mães, mulheres...porque de fato, não importa o que a cultura diga, mãe é mulher. Mãe é única, mas é mulher, é humana, sente tesão, namora, erra e erra muito. E de fato é muito rico e organizador para os filhos entenderem que não são a única fonte de interesse de suas mãe, que elas não sabem tudo, nem deles, nem do mundo. É  constituinte  para a criança, entender que além dela, existem outros e que a mamãe, pode namorar, sorrir, se atrapalhar, que ele, filho continua amado e que o mundo continua a girar...Girar para além da esfera de seu umbigo.
Não consigo pensar em uma lição mais rica para se passar aos filhos. Perde-se a mamãe "namoradinha" e se ganha-se o mundo! Por isso mamães namorem!

domingo, 31 de julho de 2011

O mito da maternidade - Fui enganda!

Decidi falar em minha primeira postagem sobre uma questão recorrente para as mães que chegam em meu consultório. Dizem: Fui enganada! Sentem-se traidas pela cultura que lhes diz que a maternidade é simples e sempre bela. Vivemos em um tempo em que mais do que nunca as mulheres são bombardeadas pela mídia com mensagens da maternidade como símbolo de perfeição e felicidade. O bebê "Pompom" vem acompanhado da mãe perfeita e feliz nos comerciais.  Mas não é bem assim que acontece. Na realidade o momento da gestação e da chegada do bebê são vividos intensamente pela futura mamãe. Existem as mudanças corporais e hormonais que não são poucas. A mulher sente seu corpo se transformar e gradativamente tem que assumir um novo papel social. A filha, a mulher, agora deve ser mãe. E não é nada fácil ser mãe em uma cultura que impõe a perfeição neste novo papel. Fato é que ninguém é perfeito e dúvidas, sentimentos contraditórios vão surgir ao longo do caminho que é a construção singular da maternidade para cada mulher. Algumas mulheres se sentem perdidas com a chegada do bebê real, diferente do bebê perfeito que imaginavam e algumas sentem falta da vida ativa, social que tinham antes da maternidade. Cada uma terá que nascer junto com o bebê neste novo papel. E não será fácill. É normal sentir dúvida, sentir raiva, ficar cansada com a chegada do bebê e nada disso implica em um amor menor, pelo contrário, demonstra que a maternidade está sendo vivida em sua intensidade e que a nova mamãe está se esforçando para tal.
Portanto tenha paciência com você e com o bebê nestes primeiros momentos. Curta a gestação, lide com as mudanças, e se prepare para a adaptação que é conhecer seu bebê. No começo tudo ficará mais confuso, como todo começo de um relacionamento, mas depois você e seu bebê devem entrar em um ritmo muito gostoso, onde cada um da dupla se deixa conhecer de um jeito muito especial. Viva, curta o seu bebê e não se preocupe se algumas coisas não saíram como o planejado, afinal assim é a vida e assim são os bebês...